quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

AOS LÍDERES DE EXCELÊNCIA DA JPM...



Olá queridos que a paz e a graça do nosso Senhor Jesus Cristo esteja com cada um de vocês! Estou enviando o resumo do projeto para a JPM (Juventude Paz Mundial).

Durante o Seminário, especificamente no módulo que ministrei a vocês, pude perceber, através do relato de cada líder, que nossa juventude em geral tem o seguinte perfil:

PERFIL DA JPM

O Ministério Paz Mundial não possui uma juventude com uma característica formada. Os jovens que freqüentam a igreja estão dispersos em seus propósitos e não possuem uma característica em comum, podemos constatar que têm pouco conhecimento bíblico por isso, inconstante na fé, sem critérios de santificação (o pecado parece normal), porém sedentos por Deus e com vontade de acertar e de agradar a Deus.

Deus colocou em nosso coração o desejo de um avivamento que traz as duas características mais importantes em um Cristão: Uma disposição interior para obedecer a Palavra do Senhor e agradá-lo (Santificação) e uma paixão avassaladora por resgatar as vidas perdidas. (estamos orando por isso)

Nosso objetivo é a formação de uma juventude forte de fé consistente que tenha uma visão formada a respeito do Reino de Deus e de sua participação no mesmo. (Rm 5:1,2 e 2 Co 5:17-21)

Para isso, Deus nos deu algumas estratégias:

Um acampamento bienal para todos os jovens (ACAMPAJOVEM) onde todos serão impactados pelo SENHOR, com o tema que Deus deseja formar em nós, após este, iremos trabalhar durante um ano ou dois, o mesmo assunto em nossos encontros semanais, utilizando métodos variados. Mas para isso acontecer cada líder precisa estar capacitado e ter a mesma visão, o mesmo espírito e a mesma sêde. (mas um motivo de oração) aqui entra o Seminário de Líderes realizado de dois em dois anos, capacitando e reciclando os líderes levando conhecimento, ferramentas e apoio aos mesmos.

Queridos, Deus tem preparado grandes coisas para este tempo e Ele escolheu você e eu para ser parceiro Dele nesta tão grande obra. Sabemos que é Deus quem realiza tudo, nós somos apenas cooperadores de Deus, precisamos tomar posição de ministros e santos soldados do Senhor, viver em constante oração por um avivamento em nossas vidas, igrejas e geração. Quero ver os jovens desta geração livres, crescendo na graça e no conhecimento de Deus e não presos ao pecado e a uma religiosidade vazia e sem propósito. Quero ver esta geração com intimidade com o Espírito Santo, querendo tudo Dele, a altura, a profundidade, a largura, o cumprimento da Sua vontade para as nossas vidas neste tempo.

No sábado dia 27/11 durante a ministração do Seminário, o Senhor falou com cada um de nós, revelando o seu propósito e nos revestindo de poder para sermos testemunhas ativas neste mundo. (Atos 1:8) Fomos revestidos para testemunhar de Cristo, para mostrar pra esta geração perdida e sem esperança que Cristo é real e está acessível e que a realidade que vivemos é possível pra eles também. Deus falou com cada um, enquanto profetizamos com nossas bocas, louvando: “Eu serei pai de multidões” Deus fará! Tão somente esforça-te... Josué capítulo 1(Meditem)

Por isso conto com cada líder de excelência que Deus escolheu, revestiu com sua armadura e está capacitando a cada dia para está guerreando como generais à frente de um exército de jovens santos que farão a diferença nesta geração! Em Nome De Jesus Cristo!

Você que foi ao Seminário é UM LÍDER DE EXCELÊNCIA... E você, líder, que não pode está conosco naqueles dias, entre nesta visão conosco como parceiro e cooperador do reino de Deus unindo-se conosco nesta guerra. Pois este é o desejo de Deus: João17:19-21(meditem)

Soli Deo Glória!

Marcy Coelho.
Ministério Nacional de Jovens
(85)96369344

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

As principais recompensas quando se faz a vontade do Senhor...


1º Terá um galardão: Colossenses 3:23,24 E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor, e não aos homens,Sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo,o Senhor,servis.



2º Vc será honrado, qdo vc é servo e segue ao seu lider: João 12:26 Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.


3º Vc terá prosperidade. Qdo vc decide ter o Senhor como lider o Senhor derramara benção sobre a sua vida. Vc tem que determinar viver uma vida reta diante do Senhor para receber benções: Genêsis 32.14.15 Duzentas cabras e vinte bodes; duzentas ovelhas e vinte carneiros:Trinta camelas de leite com suas crias, quarenta vacas e dez novilhos; vinte jumentas e dez jumentinhos; Isso era o que Jacó possuía.


4º Você saberá os segredos de Deus e será chamado não só de discípulo, mas de amigo. João 15:15 Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer. Não terá segredos entre vc e Deus, qdo vc é amigo do Senhor vc saberá os segredos do Senhor. Intimidade é ser amigo do Senhor, leia a palavra entre em contato com o Senhor. Qdo vc é intimo de Deus Ele te transforma, terá um brilho no olhar, algo novo, resplendor da palavra que vc tem buscado! Para vc crescer é necessário ter intimidade com Deus!


Um exemplo de vida com o Espirito Santo de Deus; (Ouvidos sensíveis ao toque do Espirito.)


Três personagens: Filipe o Etíope e Deus: Atos 8:26-40 E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te, e vai para o lado do sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserta.E levantou-se, e foi; e eis que um homem etíope, eunuco, mordomo-mor de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todos os seus tesouros, e tinha ido a Jerusalém para adoração,Regressava e, assentado no seu carro, lia o profeta Isaías.E disse o Espírito a Filipe: Chega-te, e ajunta-te a esse carro.E, correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: Entendes tu o que lês?E ele disse: Como poderei entender, se alguém não me ensinar? E rogou a Filipe que subisse e com ele se assentasse.E o lugar da Escritura que lia era este: Foi levado como a ovelha para o matadouro; e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, Assim não abriu a sua boca.Na sua humilhação foi tirado o seu julgamento; E quem contará a sua geração? Porque a sua vida é tirada da terra.E, respondendo o eunuco a Filipe, disse: Rogo-te, de quem diz isto o profeta? De si mesmo, ou de algum outro?Então Filipe, abrindo a sua boca, e começando nesta Escritura, lhe anunciou a Jesus.E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja batizado?E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus.E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o batizou.E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho.E Filipe se achou em Azoto e, indo passando, anunciava o evangelho em todas as cidades, até que chegou a Cesaréia.


(Gl 8,14) “Andai em Espirito.”


(Rm 8,14) “Todos os que são guiados pelo Espirito de Deus , esses são filhos de Deus”.


Romanos 5: 1-2 Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.


2 Coríntios 5:17,21 Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.E tudo isto provém de Deus, que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo, e nos deu o ministério da reconciliação;Isto é, Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação.De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos, pois, da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus. Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.


O Espirito Santo é a presença de Deus em nossas vidas, cuidando do trabalho de Jesus. Ele nos ajuda em três aspectos: Interno (concedendo-nos o fruto do Espírito) Gálatas 5. 22-24 Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros.


Ascedente (intercedendo por nós) Romanos 8.26 E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.


E externo (Derramando o amor de Deus em nossos corações) Romanos 5.5 E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.


No Evangelismo o Espirito Santo é o personagem central. Se os discípulos ensinam, é porque o Espirito ensina aos discípulos. Lucas 12.12 Porque na mesma hora vos ensinará o Espírito Santo o que vos convenha falar. Se o ouvinte é convencido, o Espirito penetrou no seu coração.João 16.10 Um pouco, e não me vereis; e outra vez um pouco, e ver-me-eis; porquanto vou para o Pai. Caso o ouvinte seja convertido é pelo poder transformador do Espirito. Romanos 8.11 E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita. Se o novo crente amadurece é por que o Espirito o faz mais ou menos competente. 2 Coríntios 3.6 O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica.


Vocês possuem o mesmo Espirito trabalhando em sua vida, assim como Filipe. Talvez até pensem que Filipe tem algo a mais, mas não, é o Mesmo Espirito! Basta somente estar sensível a voz do Senhor!!!!!!!






(Ministração de Sábado 27/11 - Seminário de Líderes JPM - Por Vânia)

























Frutos do Espírito!

Em todas as minhas orações, atendiadas ou não, posso contar com este fato: Deus pode valer-se de qualquer coisa que aconteça. Nada é irremediável. "Ensina-me ó Deus, a utilizar todas as circunstancias de minha vida hoje, de modo que elas possam produzir em mim os frutos da santidade, e não os do pecado", orava o escritor britânico John Baillie:

Que eu use a descepção como matéria prima da paciência.
Que eu use o sucesso como matéria prima da gratidão.
Que eu use a tribulação como matéria prima da perseverança.
Que eu use o perigo como matéria prima da coragem.
Que eu use a censura como matéria prima do sofrimento prolongado.
Que eu use os elogios como matéria prima da humildade.
Que eu use os prazeres como matéria prima da temperança.
Que eu use a dor como matéria prima da reistência.
(Galatas 5:16-26)

Em razão de minha natureza egoísta, tenhoa a tendência de orar pedindo o sucesso, resultados felizes e ajuda nas dificuldades. E devo dizer, com gratidão, que tive minha cota de coisas boas nesta vida. Mas, nas bem aventuranças, Jesus chama"bem aventurado" aqueles que provam exatamente o oposto: a pobresa, o choro, a fome, a perseguição. Mas como sobreviveria minha fé e como mudaria minhas orações se a vida desse um dramática guinada para o pior- se eu fosse vítima de uma doença degenerativa ou perdesse minha casa ou acabasse na prisão por causa da minha crença? Será que eu preencheria os vazios da oração de JohN Baillie com detalhes de minha nova condição deteriorada? Será que humildemente deixaria que o Espírito cumprisse em mim os propósitos de Deus, mesmo por meio de agentes tão indesejados?

(Philip Yancey- A Oração)

Tempo de esperar!


De modo algum pretendo diluir as promessas acerca da oração feitas por Jesus, Tiago, João e outros santos do Novo Testamento. Deus sabe- realmente sabe- que preciso mais da fé simples e ousada exigida naquelas passagens da Bíblia. Em contrapartida, o fato de considerá-las isoladamente leva a uma mentalidade do tipo "peça e exija", que ignora grande parte de outras revelações. O mesmo Jesus que falava da fé como um grão de mostarda também nos deixou a história da viúva cansando o juiz com sua persistência. E na Bíblia inteira temos gigantes lutando com Deus em suas orações.
Como já vimos, o próprio Jesus estabeleceu limites aos pedidos que fez. "afasta de mim este cálice", pediu ele, e depois fez uma ressalva, envolvendo a vontade do Pai. Ele orou para que a fé do apóstolo Pedro permanecesse firme, mas não para que Pedro evitasse o teste em si. Ele recusou-se arar para que os anjos o ajudassem a escapar da execução.
Assim também nós todos estabelecemos limites para nossas orações. Algumas coisas podemos pedir incondicionalmente, como o perdão, a compaixão pelos pobres e o progresso no cultivo dos dons do Espírito. Outros pedidos são condicionais, como a súplica de Paulo pela libertação do "espinho". Alguns se abstêm de pedir, por respeito para com as leis naturais que regem o planeta. Oro pedidndo a Deus para ajudar meu tio a lidar com o diabetes, mas não para que lhe devolva a perna amputada. Tampouco oro pra Deus mude a órbita do planeta a fim de combater o aquecimento global. Em vez disso, pergunto qual deve ser meu papel em ajudar meu tio e cuidar dos problemas ambientais.
Também aprendo, ao ponderar o mistério da oração sem resposta, a simplesmente esperar.
"O Senhor é bom para com aqueles cuja esperança está nele."
"Aqueles que esperam no Senhor rnovam suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exausto, andam e não se cansam."
"Não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos."
Daniel esperou 3 semanas por uma resposta à sua oração. Procurando orientação em meio a uma guerra, Jeremias esperou dez dias antes de obter uma resposta. Depois de escalar o monte Sinai para receber os Dez Mandamentos, Moisés esperou seis dias antes de ouvir a voz de Deus. Jesus também esperou. Quando operou um milagre imoressionate, seus discípulos queriam divulgar a notícia imediatamente. Jesus pediu-lhe silêncio: "a minha hora ainda não é chegada". Ele entendia  uma coisa sobre Deus que nós seres impacientes ignoramos, Deus atua devagar.
Pense nos séculos que se passaram entre a ruptura causada por Adão e a reconciliação trazida por Jesus: séculos que incluíram a espera de Abraão por um filho, a espera dos israelitas por libertação, a espera dos profetas pelo Messias. O plano de Deus constrói-se lentamente, como uma ópera, não como um sucesso de música popular. Para aqueles de nós que são apanhados numa fase qualquer da ópera, especialemnte numa fase de luto, a música pode parecer insuportavelmente triste. Avançar é seu destino, num rítimo deliberado e com grande esforço. O Próprio tédio, o ato de esperar em si, alimenta em nós as virtudes da paciência, persistência, confiança, bondade, compaixão- ou assim pode ser, se entramos na corrente do movimento de Deus no mundo. Talvez se exija mais fé para confiar em Deus quando não recebemos o que pedimos do que quando acontece o contrário não seria essa a idéia centra de Hebreus 11? Esse capítulo inclui o comovente comentário de que os heróis da fé "receberam bom testemunho por meio da fé; no entanto, nenhum deles recebeu o que havia sido prometido". Esse fato entrelaça o destino frustado deles com o nosso: "Deus havia planejado algo melhor para nós, para que conosco fossem aperfeiçoados". A fé pede-nos a confiança num futuro voltado para Deus.
Os zombadores questionam essa promessa, como a Bíblia admite sem dificuldade:
"Eles dirão: {..} "desde que os antepassados morreram, tudo continua como desde o princípio da criação". {...} Não se esqueçam disto, amados: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não demora em cumprir suas promessas, como jugam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento.

Tendo todo o tempo do mundo, Deus espera, tolerando os insultos da história humana por misericórdia, não por impotêcia.
Mesmo o livro Salmos com orações tão repletas de gemidos e lamentos, retorna continuamente ao tema da fidelidade de Deus. Não importa como se apresentam as circunstancias em determinado momento, podemos confiar no fato de que Deus gonverna o Universo. A reputação divina repousa no solene pacto de que um dia tudo acabará bem.

(Philip Yancey- A Oração)

sábado, 16 de outubro de 2010

LIBERDADE DE IMPRESA ATACADA

A imprensa ideal dos petistas


Desacorçoados com a revelação pela imprensa de evidências irrefutáveis de corrupção no Palácio do Planalto, Lula e seu partido sacam do autoritarismo e atiram na imprensa, que acusam de ser golpista e de inventar histórias. Eles querem um jornalismo melhor? Não. Querem jornalismo nenhum

Fábio Portela

Os reflexos da sucessão de escândalos que fizeram a lama subir até o gabinete mais próximo da Presidência da República e derrubaram até agora sete funcionários do governo fizeram-se sentir pela primeira vez nas pesquisas eleitorais divulgadas na semana passada. Segundo o instituto Datafolha, a diferença entre os votos da petista Dilma Rousseff e a soma de seus concorrentes caiu 5 pontos porcentuais em sete dias. A queda provocou uma violenta reação do governo. Não contra os acusados de malfeitorias e corrupção na Casa Civil, de onde emanaram os episódios mais cabeludos, mas contra quem os denunciou. Em uma série de comícios e entrevistas, o presidente Lula dedicou a semana a desferir ataques contra a imprensa com uma virulência inédita. Afirmou que os veículos de comunicação “inventam” coisas e torcem “para o Lula fracassar”. Vociferou contra jornais e revistas que destilariam “ódio” e prometeu “derrotar” aqueles que “se comportam como se fosse um partido político”. Foi um passo perigoso.



Nos países democráticos, a liberdade de imprensa não é um assunto discutível, mas um dado da realidade. E nem eventuais opiniões divergentes, exageros e mesmo erros passíveis de arbitragem e punição cometidos por jornalistas podem pôr em risco o direito de informar, o dever de fiscalizar e de alertar para os abusos perpetrados por quem está no poder. Quando um presidente da República tenta enxovalhar a imprensa que o critica e ameaça “derrotá-la” significa que acaba de adentrar no temível pântano da censura - e pouca coisa pode ser mais deletéria do que isso para uma democracia. Ao sujar suas botas nesse lodo, Lula se aproxima do que há de pior na política da América Latina. Trilha o caminho dos caudilhos e ombreia-se com tiranetes do porte de Hugo Chávez, o presidente venezuelano que, para não ver suas próprias contradições expostas, solapou jornais, emissoras de rádio e chegou a fechar o principal canal de TV da Venezuela, a RCTV.



Os ataques de Lula contra a imprensa levaram o jornal carioca Extra, das Organizações Globo, a estampar na sua capa uma crítica tão bem-humorada quanto precisa. Na sexta-feira, o jornal circulou com uma carta de baralho em que Lula aparecia como o Rei. Sobre a extremidade superior da carta, a manchete dizia: “Lula é bonito - Essa é a manchete para quem acha que o papel da imprensa é bajular os donos do poder e, por isso, deve publicar apenas notícias positivas do governo. Denúncias de falcatruas são um abuso, uma forma de conspiração". Na outra extremidade do baralho, escrito de ponta-cabeça, vinha a contraposição: “Bonito, hein, Lula.... - Essa é a manchete para os que acham que o papel da imprensa é fiscalizar os atos de qualquer governo, denunciando os desvios e lembrando que eles não estão acima do bem e do mal”.



A estratégia de tentar controlar a imprensa está no DNA do PT. A primeira investida em larga escala contra o que o partido chama de “mídia” se deu em 2004. Naquele ano, Luiz Gushiken, então secretário de Comunicação do governo, levou a cabo uma tentativa frustrada de criar o Conselho Nacional de Jornalismo - um nome pomposo para esconder uma tentação totalitária. A realizar-se o desejo do PT, o conselho iria “orientar, disciplinar e fiscalizar” os jornalistas. A ideia naufragou assim que foi revelada pela imprensa, mas não morreu nem foi enterrada. Em diversas oportunidades, o PT e o governo petista tentaram relançá-la - repaginada, recauchutada ou disfarçada de “conselhos” - aqueles órgãos que seriam formados por uma certa “sociedade civil” que ninguém jamais conseguiu enxergar fora do arco de alianças do partido e que teriam como função, por exemplo, interferir na programação das emissoras de TV.



Na semana passada, num movimento concertado com os ataques presidenciais, o PT organizou uma manifestação contra o que chamou de “golpismo midiático”. Anunciado no site oficial do partido, o ato convocava os filiados a enfrentar “a onda de baixarias que visa forçar a ida de José Serra ao segundo turno”. A “onda de baixarias”, bem entendido, eram as reportagens que revelaram, entre outros descalabros, que petistas violaram o sigilo de pessoas próximas ao candidato do PSDB, José Serra, e que a família de Erenice Guerra, ex-ministra da Casa Civil e ex-braço direito de Dilma Rousseff, operava um balcão de negócios na soleira da porta do gabinete presidencial. A nota irônica do episódio ficou por conta da atual diretoria do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, que se ofereceu para abrigar a manifestação petista contra... os jornalistas. Talvez tenha sido a forma encontrada por seus diretores de movimentar a desolada sede da entidade, esvaziada por sua irrelevância e falta de representatividade. Entre brados contra a “conspiração da imprensa” disparados pelo presidente do PC do B, Renato Rabello, e discursos em defesa do “controle social da mídia”, feito pela deputada Luiz Erundina, do PSB, chegou-se a uma conclusão que deixou exultantes os participantes: Lula não avançou o quanto poderia no controle da imprensa. Dilma, se eleita, deverá fazê-lo.



Em contrapartida à investida do governo e do PT, um grupo de notáveis se organizou para repudiar os ataques contra a liberdade de imprensa. O grupo incluía, além de representantes históricos da esquerda, como o jurista Hélio Bicudo, um dos fundadores do PT, nomes como o do arcebispo emérito de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, e dos ex-ministros da Justiça Paulo Brossard, Miguel Reale Junior, José Carlos Dias e José Gregori. Reunido no centro de São Paulo, no Largo São Francisco, em frente à Faculdade de Direito, o grupo presenciou a leitura de um manifesto em defesa da democracia lido por Hélio Bicudo. Colocado na internet, o manifesto contava com mais de 30.000 adesões até sexta-feira. No Rio de Janeiro, a concentração se deu no Clube Militar, onde 500 pessoas se reuniram para discutir os ataques à imprensa - estiveram lá os colunistas Reinaldo Azevedo, de VEJA, e Merval Pereira, de O Globo.



Os principais candidatos a presidente da República também repudiaram o cerco aos veículos de comunicação. O tucano José Serra, em campanha no Mato Grosso, afirmou: “O que está incomodando este pessoal é o fato de que a imprensa está apresentando notícias que mostram abusos, desvios de dinheiro, nepotismo, maracutaia com dinheiro público, e esta imprensa incomoda os donos do poder. É somente isso. Não há país democrático no mundo sem imprensa livre”. A senadora Marina Siva, do PV, tratou do assunto em uma entrevista coletiva em São Paulo: “O presidente fez uma crítica à imprensa que é contraditória com toda a sua trajetória. Considero fundamental a cobertura da imprensa”. A petista Dilma Roussef apresentou-se bem mais comedida do que seus companheiros de partido: “A imprensa pode falar o que bem entender. Eu, o máximo que vou fazer quando achar que devo, é protestar dizendo: está errado o que disseram por isso, por isso e por isso. Usando uma coisa fundamental que é o argumento”. Dilma também rechaçou a mais explosiva das propostas do seu partido: “O único controle social da mídia que eu aceito é o controle remoto na mão do telespectador”. Se Dilma está sendo sincera em suas afirmações, não se sabe. Mas a ela, que nunca teve a oportunidade de exercer um cargo eletivo, cabe o benefício da dúvida. Já em relação a certos representantes do alto-petismo restam apenas certezas, incluindo a de que, em um eventual governo Dilma, o partido insistirá na estratégia autoritária.



O principal defensor deste projeto é Franklin Martins, ex-sequestrador, ex-jornalista e atual ministro da Comunicação Social de Lula. Franklin é o idealizador da estratégia de consumir o dinheiro público na compra do apoio - disfarçado de anúncio publicitário - de pequenos jornais, rádios do interior, revistas e blogs de alcance semelhante. Caso Dilma vença, seu próximo projeto será cuidar da reforma do arcabouço jurídico que regula o funcionamento das TVs abertas e fechadas, das rádios, dos provedores de internet e das empresas de telecomunicações no Brasil. Franklin pretende criar uma superagência reguladora para o setor. Ela seria responsável pelos aspectos técnicos do setor, mas também - e aqui mora o perigo - teria ascendência sobre os “conteúdos” que ele produz. Eis o pensamento vivo e franco do ministro a respeito do assunto: “Acham que regulação é um atentado à democracia, mas é o contrário: é parte da garantia de competição, de igualdade de direitos, da capacidade de inovação, da massificação dos serviços e do direito da sociedade à informação", embaralha.



Recentemente, Franklin Martins foi autorizado por Lula a viajar para a Europa, tão logo acabem as eleições, para convidar para um seminário representantes de instituições reguladoras da comunicação social da Inglaterra e da Bélgica. Não que o ministro deseje ouvir a opinião de alguém. Ele apenas espera que a presença de representantes de outros países legitime a conferência que tentará, mais uma vez, aprovar o velho programa petista de controle da mídia. O contrapeso à corrente de Franklin dentro do partido é liderado pelo ex-ministro da Fazenda, Antonio Palocci, coordenador da campanha de Dilma. Em 2003, ele fez parte da campanha de Lula e foi o fiador da estabilidade econômica no governo. Espera-se que, em um eventual novo governo petista, seja também um fiador da estabilidade democrática.



Ao contrário do que Lula e seu partido querem fazer crer, a liberdade de imprensa não constitui um fim em si mesmo nem visa a preservar a liberdade de expressão para jornalistas ou proprietários de empresas de comunicação. A liberdade de imprensa vai além disso: é um meio para garantir a perpetuação das sociedades livres e democráticas. E não por outra razão é quase sempre a primeira vítima das tiranias de todas as colorações.



Rap Sensation - Meus 80 ( Clipe Oficial )

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

MINISTÉRIO DE JOVENS-MPM
SOMOS A GERAÇÃO ELEITA, BUSCANDO A SANTIFICAÇÃO!
ESTUDO: SANTIFICAÇÃO
(Marcy Moreira: (85)- 96369344


Santificação (ou,em sua forma verbal, santificar) significa literalmente o processo pelo qual se separa algo ou alguém para um uso ou um propósito religioso, ou seja, tornar sagrado ou consagrar. Na teologia cristã, santificação é o processo de aperfeiçoamento gradual do ser humano em que ele se aproxima do caráter divino e afasta-se do pecado, cujo fim é alcançar a salvação e, portanto, a santidade.

Santos no Catolicismo e na Ortodoxia Na Igreja Católica e na Ortodoxa algumas pessoas são oficialmente reconhecidas como santos. Elas são vistas como tendo feito algo de extraordinário ou tendo uma especial proximidade com Deus. A veneração dos santos, em latim, cultus, ou o culto dos santos, descreve uma especial devoção aos santos populares. Embora o termo "culto" seja frequentemente utilizado, significa apenas prestar honra ou respeito (Dulia). O Culto Divino está devidamente reservado apenas para Deus (latria) e nunca para o Santos.

Segundo Bento XVI, a santidade é uma tarefa que não é exclusiva apenas dos cristãos, mas de todo o ser humano. Recordou que nos primórdios do cristianismo os cristãos eram chamados de "os santos". Com efeito, afirmou que "o cristão já é santo, porque o Batismo o une a Jesus e a seu Mistério Pascal, mas, ao mesmo tempo, deve chegar a sê-lo identificando-se com Ele mais intimamente. Às vezes, costuma-se pensar que a santidade é uma condição de privilégio reservado a uns poucos escolhidos. Na realidade, ser santo é tarefa de todo cristão, de todo homem. Segundo a epístola de São Paulo aos Efésios: "Deus sempre nos abençoou e nos escolheu em Cristo para sermos santos e irrepreensíveis em sua presença, no amor". Todos os seres humanos são, portanto, chamados à santidade. Em última instância, a santidade consiste em viver como filhos de Deus, na "semelhança" com Ele, segundo a qual foram criados. “Todos os seres humanos são filhos de Deus e todos devem chegar a ser aquilo que são, mediante o exigente caminho da liberdade." (Bento XVI, por ocasião da Solenidade de Todos os Santos de 2007)

No Protestantismo Na maioria das Igrejas Protestantes, a dulia e a hiper-dulia são condenadas por serem consideradas venerações feitas a pessoas, algo segundo a sua doutrina proibido pela Bíblia. Por não existir qualquer processo de canonização em suas doutrinas, a palavra é usada para significar um compromisso verdadeiro com Deus e seus ensinamentos, ou seja, essa pessoa sabe que é impossível ser perfeita como Jesus foi, mas sabe também que depois de sua conversão, o pecado não deve fazer parte de seus hábitos. Uma vida separada, que procura fazer o bem e agradar a Deus, indo contra os pecados, esse é o significado de Santidade para os evangélicos protestantes. A Igreja Anglicana, apesar de ser uma igreja reformada, usa também a designação de Santo numa forma semelhante àquela das Igrejas Católica e Ortodoxa. A palavra "santo" no hebraico, tem por sentido o ato de "cortar", em grego "separar- separado", "diferenciar- diferenciado". O contexto indica que o crente em Jesus deve levar uma vida separada, diferenciada do atual modelo de vida da cultura vigente. Sua vida deve mostrar diferença quanto aos costumes desta sociedade secularista, e adotar os mesmos procedimentos que Cristo.

No Judaísmo A noção mais próxima que se pode obter no Judaísmo é a de tzaddik, uma pessoa correcta. O Talmude (em hebraico: תַּלְמוּד, transl. Talmud) é um registro das discussões rabínicas que pertencem à lei, ética, costumes e história do judaísmo. É um texto central para o judaísmo rabínico, perdendo em importância apenas para a Bíblia hebraica.) diz que em determinada altura pelo menos 36 tzaddikim vivem entre nós: são anônimos, mas é por causa deles que o mundo não é destruído. O Talmude e a Kabbalah oferecem vários ideais sobre a natureza e o papel destes 36 tzaddikim.

Conforme o Zôhar (explendor em hebraico), que é uma coleção de comentários sobre a Torá (Bíblia Judaica), se não fosse a intercessão das almas puras no Céu, nosso mundo seria extinto...

SEGUNDO A BÍBLIA: Doutrina: Santificação

Leitura: 1 Pe 1.13-25

Deus é Santo e quer que seus filhos o sejam também (1 Ts 4.3).Santidade é uma característica fundamental de Deus; um atributo Seu. Os serafins declaram isto (Is 6.3). Jesus o chama de “Pai Santo” (Jo 17.11).

Deus deseja ter comunhão conosco, mas o mundo está no pecado. Deus não pode tornar-se menos santo para ter comunhão com o homem, então temos que tornar-nos mais santos.A santidade de Deus á ativa, através de Cristo pode tornar puros os impuros e santos os ímpios. A santificação é um processo espiritual que se inicia na regeneração do homem, pelo sangue de Jesus. Definição de santificação: “É uma continuação do que foi começado na regeneração, quando então uma novidade de vida foi conferida ao crente e instilada dentro dele. Em especial, a santificação é a operação do Espírito Santo que aplica à vida do crente a obra feita por Jesus Cristo”. (Millard Erickson) Santificar significa primariamente separar, consagrar, dedicar. E também purificar, tornar limpo.Assim, a santificação acontece em duas fases: separação para o Senhor e purificação contínua necessária.

Aspectos da santificação:

a) O ato inicial da santificação: o novo nascimento (1 Co 6.11; 2 Ts 2.13). Neste momento, a santidade de Jesus é atribuída ao crente (1 Co 1.30). A base desta santificação é o sangue de Cristo (Hb 10.10; 13.12). Filho de Santo (Deus) já nasce santo!

b) O processo da santificação: a prática. Os que foram santificados por Deus devem buscar viver uma vida separada para Ele (2 Co 7.1). A santificação é um processo contínuo (Fp 1.6). Portanto, a santificação começa com o que Deus faz por nós, mas temos também a nossa parte a fazer neste processo (Fp 2.12,13).Só podemos viver buscando a santificação porque Deus já nos tornou santos (Ap 22.11). Não é o que fazemos que determina quem somos, é quem somos quem determina o que fazemos.Não vivemos de maneira diferente do mundo PARA SERMOS santos, mas PORQUE já somos santos. Não trabalhamos na vinha esperando que um dia o Senhor nos ame. Ele nos ama, por isso trabalhamos. Não servimos a Deus na esperança de que um dia Ele nos aceite. Já somos aceitos no Amado, por isso o servimos (Ef 1.4-6). Exemplo: Um homem não senta no seu consultório e prescreve medicamentos PARA ser médico, mas PORQUE ele já é médico. Enquanto estamos no mundo, nenhum crente estará completamente livre do pecado (1 Jo 1.8,9). O cristão não é necessariamente perfeito, mas alguém que se arrependeu e submeteu-se à purificação do Espírito Santo.

c) A santificação completa: a glorificação. A perfeição sem pecado e a santificação completa acontecerá no arrebatamento da igreja (Fp 3.20,21; 1 Jo 3.2).

EX:(SANTIFICAÇÃO = SALVAÇÃO EM 3 FASES: EU FUI/EU SOU E EU SEREI)

Os meios da santificação:

É uma obra do Deus triúno.O Pai santifica (Jo 17.17; 1 Ts 5.23,24). Às vezes Ele usa a disciplina para isto (Hb 12.9,10).

O Filho santifica (Ef 5.25-27).

O Espírito santifica (Rm 15.16; 1 Pe 1.2). Andar em espírito é o segredo para viver em santificação (Gl 5.16).

A parte do homem: O crente deve tomar parte ativa na santificação (2 Tm 2.20,21) Aquele que semeia um pensamento, colhe uma ação. Aquele que semeia uma ação, colhe um hábito. Aquele que semeia um hábito colhe um estilo de vida. Aquele que semeia um estilo de vida, colhe um destino.

De que meios o crente dispõe para santificar-se?

1. A fé (At 26.18; 15.9). É pela fé que o crente se apropria do sangue santificador de Cristo (1 Jo 1.7).

2. A obediência à Palavra de Deus (Jo 17.17; Sl 119.105)

3. A rendição ao Espírito Santo (Gl 5.16)

4. Compromisso pessoal com Cristo (Rm 12.1,2; 6.13,19) O crente deve preencher a sua mente com as coisas do céu (Cl 3.1,2), manter seus olhos longe do pecado (Jó 31.1; 1 Jo 2.16) e procurar a amizade de outros santos (1 Co 15.33; 2 Co 6.14). A oração deve ser um hábito diário do crente santo (Cl 4.2). Há uma relação entre viver em paz com os outros e viver em santificação (1 Ts 5.23; Hb 12.14). Quem vive em contenda não pode viver de maneira santa.